quarta-feira, 27 de julho de 2011


Quero sentir os teus beijos pelo corpo me ungindo com o mais afrodisíaco dos óleos.
Quero mordida doída na bundinha em flor.
Do macho a gente espera fatal o beijinho molhado e o tabefe ardido de mão aberta.

Mas onde está você, cego e surdo, que não responder?

Sem vontade de sodomizar essa cadelinha que te ama e tanto deseja?
Eis-me aqui, à mercê dos teus caprichos e delírios.

E cadê você? nem um pio.

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